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Como a falsa nostalgia inspirou o noplace, um aplicativo semelhante ao Myspace para a Geração Z

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Já fascinado com alguns membros da Geração Z se perguntam como eram aquelas primeiras redes sociais mais simples. Agora, eles podem ter uma ideia graças a um novo aplicativo que recria alguns aspectos do Myspace mais de uma década após sua queda do posto de web site mais visitado nos EUA.

O aplicativo foi lançado oficialmente no início deste mês e fez brevemente o na App Retailer da Apple. Idealizado pela fundadora da Geração Z, Tiffany Zhong, o noplace se autointitula tanto um retrocesso quanto uma alternativa aos algoritmos de mídia social tradicionais e à cultura criadora que os acompanha. “Eu sentia falta de como a mídia social costumava ser antigamente… onde period realmente social, as pessoas postavam atualizações aleatórias sobre suas vidas”, Zhong conta ao Engadget. “Você meio que tinha uma noção de onde as pessoas estavam em termos de tempo e espaço.”

Embora Zhong diga que nunca chegou a experimentar o Myspace em primeira mão — ela estava na escola primária durante seu pico no início dos anos 2000 — o noplace consegue acertar muitos dos elementos característicos da plataforma. Cada usuário começa com um perfil curto onde pode adicionar detalhes pessoais como seu standing de relacionamento e idade, bem como uma seção livre “sobre mim”. Os usuários também podem compartilhar seus interesses e detalhar o que estão assistindo, jogando, lendo e ouvindo no momento. E, sim, eles podem incorporar clipes de música. Há até um “high 10” para destacar seus melhores amigos (não está claro se a Geração Z está ciente de quanto esse recurso específico do Myspace infligiu à minha geração).

O Myspace, é claro, estava no auge anos antes de aplicativos de smartphone com uma “linguagem de design” unificada se tornarem o meio dominante para navegar nas mídias sociais. Mas os perfis altamente personalizáveis ​​do noplace ainda conseguem capturar a vibração do HTML personalizado e dos esquemas de cores conflitantes que distinguiam tantas páginas e websites do Myspace na web do início dos anos 2000.

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Há outros recursos familiares. Todos os novos usuários são automaticamente amigos de Zhong, o que ela confirma ser uma referência a Tom Anderson, também conhecido como “Myspace Tom”. E o aplicativo incentiva os usuários a adicionar seus interesses, chamados de “estrelas”, e procurar por amigos com ideias semelhantes.

Apesar das muitas similaridades — o aplicativo foi originalmente chamado de “nospace” — Zhong diz que o noplace é mais do que apenas recriar a aparência do Myspace. O aplicativo tem um esquema de gamificação complicado, onde os usuários são recompensados ​​com emblemas no aplicativo por atingirem diferentes “níveis” conforme usam mais o aplicativo. Este sistema não é realmente explicado no aplicativo — Zhong diz que é intencionalmente “vago” — mas os níveis correspondem vagamente a diferentes ações, como escrever nos murais de amigos e interagir com as postagens de outros usuários. Há também um enorme feed central semelhante ao Twitter, onde os usuários podem enviar atualizações rápidas para todos os outros no aplicativo.

Pode parecer um pouco caótico, mas os primeiros usuários já estão usando de algumas maneiras inesperadas, de acordo com Zhong. “Cerca de 20% das postagens da semana passada foram perguntas”, ela diz, comparando com a tendência da Geração Z usando TikTok e YouTube como . “A visão para o que estamos construindo é, na verdade, se tornar um mecanismo de busca social. Todo mundo acha que é como uma rede social, mas como as pessoas já estão fazendo perguntas… estamos construindo recursos onde você pode fazer perguntas e obter respostas de crowdsourcing.”

Isso pode soar ambicioso para um aplicativo social (até agora) brevemente viral, mas noplace tem sua cota de apoiadores influentes. A fundadora do Reddit, Alexis Ohanian, está entre os investidores da empresa. E a própria Zhong uma vez em sua função anterior como analista adolescente em uma importante empresa de capital de risco.

Por enquanto, no entanto, noplace parece mais uma novidade inspirada no Myspace para mim, embora eu admita não ser o público-alvo. Mas, como alguém que foi adolescente no Myspace actual, muitas vezes penso que sou grato por minha adolescência ter chegado muito antes do Instagram ou do TikTok. Não porque o Myspace fosse mais simples do que as mídias sociais de hoje, mas porque sair period muito mais fácil.

Zhong vê a distinção de forma um pouco diferente, não como uma questão de conexões discadas impondo uma separação entre on-line e off-line, mas uma questão de priorizar a influência da capa de autoexpressão. “Você está apenas perseguindo a contagem de seguidores em vez de ser seu verdadeiro eu”, diz Zhong. “Faz sentido como as redes sociais evoluíram dessa forma, mas são plataformas de mídia. Não é mais uma rede social.”

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Fonte

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Gilmar Oliveira
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