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China ataca os EUA após perguntas sobre doping de nadadores

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Uma bandeira chinesa tremula em frente à sede do COI durante um protesto de ativistas da Rede Internacional do Tibete contra as Olimpíadas de Inverno de Pequim 2022 em 3 de fevereiro de 2021 em Lausanne. (Foto de Fabrice COFFRINI / AFP)

PEQUIM — A China atacou os Estados Unidos por alegações de doping por nadadores chineses antes das Olimpíadas de Paris 2024.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lin Jian, falou um dia após a Agência Mundial Antidoping divulgar um relatório provisório de um investigador que concluiu não ter encontrado evidências de que a WADA tenha demonstrado favoritismo à China na condução do caso.

O investigador disse que a WADA tomou uma decisão “razoável” ao acreditar na palavra das autoridades na China, que determinaram que os nadadores ingeriram um medicamento cardíaco proibido.

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Em resposta, um dos maiores críticos da WADA, o CEO da Agência Antidoping dos EUA, Travis Tygart, disse que muitas questões permanecem.

“Pedimos aos EUA que respeitem o espírito olímpico, cumpram o direito internacional e as normas básicas das relações internacionais, parem de falar consigo mesmos e se abstenham de falsas narrativas criadas artificialmente”, disse Lin em um briefing diário, e disse que a China considerou a decisão da WADA independente e justa.

O porta-voz afirmou que o objetivo dos EUA é “caluniar atletas chineses de destaque e afetar a participação de atletas chineses nas Olimpíadas de Paris”.


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